Histórico da Página
...
Termo | Definição |
|---|---|
Beam | Largura da boca do navio. |
| Berço | Local no Porto no qual os navios atracam, para carregar ou descarregar os produtos. |
BITRI | (Bigrama + Trigrama do Porto )Refererefere-se a um código caractere que identifica o porto mundialmente. Exemplo
|
BL (Bill of Landing) | (Manifesto de Carga ou Conhecimento Marítimo .)É é um documento que acompanha a carga, individualizando e quantificando. É uma espécie de documento que registra todos os produtos (carga) que um navio carrega. Existem dois tipos de BL:
|
| BL Master | Documento que registra toda a carga do navio, independente dos donos da carga (clientes). |
| BL House | Documento que registra as cargas de cada cliente. Para cada cliente que possui carga no navio terá BL House para registrar sua carga). |
| Breakdown | Documento que traça um mapa de características da carga: volume e respectivos donos, com as condições comerciais negociadas individualmente. |
...
Termo | Definição |
|---|---|
| Cabeço de Amarração | Poste vertical, normalmente de ferro, instalado no cais ou molhe (ou no convés do navio) para segurar os cabos, servindo de amarração do navio. |
| Cais | Estrutura junto da qual os navios procedem a acostagem, a fim de efetuarem operações de embarque/desembarque de passageiros ou mercadorias. |
| Calado | Profundidade de um navio abaixo da linha da água, medida na vertical até a parte mais baixa do casco, hélices, outros pontos de referência. |
| Canal de Parametrização | É utilizado para determinar procedimentos, via canal de cores, conforme a seguinte sistemática:
O canal de parametrização da DI acorre de forma aleatória, sendo somente direcionado para os canais vermelho ou cinza, quando há algum problema com o importador, mercadoria e preços. |
| Carga Granel | Carga que, possuindo características uniformes, não é susceptível de contagem unitária e não se apresenta embalada. |
| Carga Contentorizada | Carga convencionalmente acondicionada em contentores ISO. |
| Carga em trânsitoTrânsito | Carga que permanece a bordo do navio num porto de escala ou de paragem, aguardando o destino posterior. |
Carga Geral (Carga Convencional) | Carga geral convencionalmente acondicionada em unidades avulsas (exemplo, caixotes), podendo ser posteriormente contentorizada. |
| Carga Geral Fraccionada (Carga Convencional Fraccionada) | Carga que se apresenta avulsa, acondicionada em embalagem (ou não). |
| CEP (LBP) | Comprimento entre perpendiculares do navio. |
| CFF (LOA) | Comprimento total do navio. |
| CG | Abreviação que identifica os navios de carga geral. |
| Charter | Faz a locação do navio por um determinado período de tempo, ou seja, é o afretador do navio. |
| Charter Party | Documento utilizado para a realização de um afretamento/fretamento de todo o navio, no qual as partes contratantes, o afretador e o fretador, formalizam o aluguel do navio, pondo todas as condições estabelecidas entre as partes. É um documento reconhecido por todas as partes que operam no mercado internacional. Quando o fretamento é parcial, para pequenos lotes de mercadorias, o instrumento permanece estrito ao Conhecimento de Embarque (Bill of Lading). |
| Charter Party Bill of Lading | Conhecimento baseado em afretamento. É um documento de transporte emitido ao amparo de Contrato de Afretamento de Navio. Em geral, refere-se a uma carga que será única ou uma das únicas no navio, sendo este, geralmente, afretado para este fim, por um ou poucos embarcadores ou para navios de linha regular. Este tipo de B/L não é aceito pelos consignatários, já que nesse caso não há um afretamento, mas tão somente uma reserva de espaço. |
| Conhecimento de Embarque (Bill of Lading) | É um título de crédito que representa a mercadoria nele descrita. |
| Conhecimento Limpo (Clean) | Um Conhecimento de Embarque limpo é aquele que não faz menção a uma condição defeituosa da mercadoria ou da sua embalagem. No caso das mercadorias ou embalagens apresentarem algum problema e isto for notado pelo transportador, ele fará anotação no Conhecimento de Embarque, tornando-se um documento sujo. |
| Crane | É um tipo de guindaste. |
| CT | O Conhecimento de Transporte é um tipo de documento dentro do Sistema, como uma DP do CRE ou uma AD do CAP. |
| Consignação ou Endosso | Por ser um título de crédito, o Conhecimento pode ser consignado e endossado a terceiros. Há três modos de se consignar um Conhecimento de Embarque:
|
| Contentor | Unidade para transporte de carga, estando normalmente equipado com um encaixe em cada um dos cantos, a fim de permitir a sua movimentação pelo equipamento especial. Poderá apresentar-se sob a forma de caixa, grade ou tanque especialmente concebido para o transporte porta a porta, por via marítima, aérea, rodoviária ou ferroviária. O contentor obedece as dimensões normalizadas definidas pelos padrões ISO. |
| Contentorização | Técnica de estiva e de transporte de carga devidamente acondicionada em contentores. Na estiva a movimentação é processada pelas gruas e guindastes, pórticos, transtainers e travelifts, equipados com dispositivos automáticos de engate. |
| Custeio do Navio ou Custeio da Viagem | O termo custeio refere-se ao custo de uma viagem ou o custo total de operação de um navio qualquer. Esse custo refere-se as despesas geradas para cada carga dos clientes em operação no navio, podendo ser despesas de armazenagem, despacho marítimo e operação no porto. Para um navio em operação pode existir apenas um ou vários clientes utilizando os serviços desse navio, sendo cada cliente com a sua respectiva carga. A simulação de custeio de um navio/viagem, efetuada pela rotina SIP0219 (Controles da Viagem) tem como objetivo ratear entre todos os clientes de uma determinada viagem o valor total gasto para efetuar o serviço de transporte do navio e todos os serviços de despesa. Assim, cadastra-se as Despesas Diárias do Navio, efetua uma simulação informando a meta em porcentagem que se deseja ganhar com os serviços (receitas da viagem para cada cliente), e efetua a Apuração de Resultado Operacional Produto/Cliente (SIP0221) para lançar em cada Ordem de Serviço dos clientes da viagem as despesas da simulação. Para cada cliente cadastrado na viagem é preciso possuir uma carga relacionada com a rotina SIP0200 (Viagem). |
D
Termo | Definição |
|---|---|
| Data de Liberação DI | Data em que a DI foi liberada (data de liberação). Quando a DI entra em um canal diferente do verde (liberação automática), esta deve ser liberada pelo Fiscal da Receita Federal pelo sistema SISCOMEX. |
| Death Weight | Peso morto do navio. Representa tudo o que o navio pode carregar mais o lastro. |
| Derrick | É um tipo de guindaste, também conhecido como pau de carga. |
| Desestiva | Retirada das mercadorias de bordo de um navio e sua colocação em terra, de acordo com um plano de descarga previamente elaborado. |
| Despacho Aduaneiro | É o procedimento fiscal pelo qual se processa o desembaraço aduaneiro das mercadorias, mediante o qual é verificada a exatidão dos dados declarados pelo importador/exportador em relação a mercadoria importada/exportada. Toda mercadoria importada/exportada, em caractere definitivo ou não, estará sujeita ao Despacho Aduaneiro. |
| Despachante Aduaneiro | É o representante do importador ou exportador responsável pelas atividades perante as autoridades alfandegárias, sendo qualificado e credenciado pela Secretaria da Receita Federal. |
| DI | Declaração de Importação. |
| Draga | Embarcação para a manutenção da profundidade ou desobstrução dos canais, facilitando a aproximação ao porto e aos canais de acostagem. |
| DWT | Porto Bruto do Navio. |
E
Termo | Definição |
|---|---|
| Endosso | Os Conhecimentos de Embarque podem ser endossados a terceiros. Os endossos podem ser efetuados em branco ou em preto:
|
| Entreposto | Construção para armazenagem temporária de mercadoria, antes do seu embarque ou da sua distribuição dentro do país. |
| Espécies de Conhecimentos de Embarque | O Bill of Lading pode ser um documento porto a porto, o que significa que ele cobre a carga apenas no trajeto marítimo, desde o porto de embarque até o porto de destino. |
| Estadia | Período de tempo que um navio passa num porto. |
| Estiva | Colocação das mercadorias a bordo dos navios e sua arrumação nos porões, convés ou coberta, de acordo com o plano de carga previamente elaborado |
| ETA | Data prevista para a chegada. |
| ETB | Data prevista para atracação do navio no berço do porto. |
| ETD | Data prevista de partida. |
| ETS | Data prevista para saída. |
F
Termo | Definição |
|---|---|
| Feeder Ports e Feeder Vessels | São utilizados juntamente com portos concentradores de carga (hub ports), em que uma carga é enviada a esse grande porto para ser reenviada ou transbordada, a portos menores. Os portos alimentadores desses grandes portos são chamados de feeder ports e os transportes nas pontas, tanto inicial como final, são realizados por navios alimentadores (feeder vessels). |
| Finalidades | O Conhecimento de Embarque tem três finalidades:
|
| Fretes | É a remuneração do transportador pela carga transportada em seus navios, de um determinado porto/ponto a outro, conforme combinado na reserva de praça ou afretamento. A cotação pode ser de forma aberta, com diversas variáveis, ou seja, taxas e/ou sobretaxas. Taxas São adicionais incidentes sobre a carga, por peculiaridades da própria carga como, por exemplo:
Sobretaxas São adicionais cobradas sobre a carga e acrescidos ao frete, tais como:
|
| Frete Fechado (Lumsum) | A cotação do frete poderá ser fechada (lumpsum), sem nenhum adicional. Isto significa que o frete ajustado será aplicado diretamente sobre a unidade combinada, sendo que nada mais será cobrado da carga. |
G
Termo | Definição |
|---|---|
| Geared | Indica que o navio possui guindaste. |
| Gearless | Significa que o navio não possui guindaste. |
| Granéis | Carga que, possuindo características uniformes, não é susceptível de contagem unitária e não se apresenta embalada. |
| Graneleiro | Navio para transporte de cereais, minério ou outros granéis secos. |
| GT | Tonelagem Bruta do navio. |
| Geared | Indica que o navio possui guindaste. |
| Gearless | Significa que o navio não possui guindaste. |
| Granéis | Carga que, possuindo características uniformes, não é susceptível de contagem unitária e não se apresenta embalada. |
| Graneleiro | Navio para transporte de cereais, minério ou outros granéis secos. |
| GT | Tonelagem Bruta do navio. |
| GT - SBT | Tonelagem de Arqueação Reduzida. |
| Gross Tonnage | Soma do espaço, em metro cúbicos, transformada em toneladas para saber a capacidade da carga do navio. |
| Gross Weight | Peso bruto do navio. |
H
Termo | Definição |
|---|---|
| Head Owner | É o Armador original do navio. |
| Hold / Hatches | É o Armador original do navio. |
| Hub Port | Hub port ou porto concentrador de carga, é um porto com grande capacidade de armazenagem e de operações de embarque, desembarque, bem como, de grande profundidade para receber grandes navios. Funciona como uma espécie de Centro de Distribuição (CD) de carga, no qual as cargas para vários destinos são enviadas a esse porto por grandes navios, para serem levadas aos demais em navios de menor porte. |
| Hulls Collor | É a cor do casco do navio. |
I
Termo | Definição |
|---|---|
| IMO |
| International Maritime Organization |
| ou Organização Marítima Internacional é o registro oficial do navio, como uma espécie de identidade do navio. | |
| Industrial | O mercado industrial corresponde aos proprietários de carga e da frota. |
| ISO | Organização Internacional de Normalização. |
J
Termo | Definição |
|---|---|
| Janela de Atracação | É uma preferência de atracação concedida para determinadas cargas, a cada intervalo de tempo, que é definido pela administração de cada porto. |
...
Termo | Definição |
|---|---|
| Lastro | Líquido ou outro material carregado ou bombeado para os porões ou cisternas, a fim de alterar o calado do navio, ou ainda, para contrabalançar uma inclinação. |
| Laytime (Lay Day) | Prazo estipulado para uma operação de afretamento por viagem, durante o qual o afretador deverá realizar normalmente as operações de carga ou descarga do navio, sem ter que pagar sobrestada ao Armador. |
| Line up | Mapa da situação dos navios (atracados, a atracar). |
| Liner | Navios que são de linha, ou seja, que possuem uma sequência dos portos em que passam e uma frequência em que fazem esta rota. O mercado liner se refere aos Operadores de linhas regulares, obedecendo a itinerário regular e repetitivo (rotas) com portos e escalas fixos. |
| Lingadas | Lingadas por hora representam a quantidade de grabs ou caçambas efetuados por hora, independente da descarga ou embarque ser por esteira ou rua. A primeira lingada indica a hora em que o grab foi movimentado pela primeira vez naquele período e porão, ou seja, quando começou o trabalho no porão. Analogicamente, a última lingada informa quando foi movimentado o último grab no período e porão. A primeira e a última hora das lingadas deve estar inserida no intervalo do período informado. |
| LOA | É o comprimento do navio. |
M
Termo | Definição |
|---|---|
| Molhe | Projeção das partes laterais das docas ou portos e rios, ao longo do qual os navios podem acostar para carga ou descarga. |
| Multimodal ou Through Bill of Lading | O Conhecimento pode, também, ser multimodal, o que significa contratar com o Armador. |
N
Termo | Definição |
|---|---|
| Navio Cisterna | Navio para transporte de produtos químicos, em depósitos segregados, com condutas igualmente separadas, evitando a contaminação. |
| Navio de Cabotagem | Navio para o comércio costeiro, sendo normalmente de pequenas dimensões. |
| Navio de Carga Geral | Navio convencional para carga geral. |
| Navios de Granéis e/ou Contentores | Navio multiuso para transporte de granéis e contentores, quando em conjunto. |
| Navio de Passageiros | Navio para o transporte de passageiros em número superior a 12 (doze). Necessita de alvará de passageiros. |
| Navio Graneleiro | Navio para o transporte de cereais, minério ou outros granéis secos. |
| Navio Hidrográfico | Navio para levantamento das cotas de fundo e linhas costeiras. Alguns destes navios são construídos para apoiar a exploração petrolífera. |
| Navio Oceanográfico | Navio concebido ou reconvertido para estudo/exploração oceanográfica ou de pescas. |
| Navio Panamax | Navio concebido dentro das dimensões máximas que permitem a passagem no Canal do Panamá. |
| Navio Porta-Automóveis | Navio concebido especificamente para o transporte de automóveis e veículos comerciais, sendo operado por Sistema Ro - Ro. |
| Navio Porta-Contentores | Navio especialmente concebido e apetrechado com guias e celulares para transporte e segurança de contentores. |
| Navio Tanque | Navio para transporte de cargas líquidas à granel (produtos químicos, vinho, sumo de laranja, entre outros). |
| Navio Ro - Ro | Navio no qual se utiliza o método de acesso na horizontal, por meio de rampas laterais ou de popa. Tratando-se de veículos automóveis, os mesmos poderão ser carregados/descarregados por seus próprios meios, necessitando apenas de um condutor. |
| Net Weight | É o peso líquido do navio, ou seja, é o peso da estrutura sem a tripulação ou o combustível. |
O
Termo | Definição |
|---|---|
| OGMO - | Órgão Gestor de Mão de Obra. Entidades sem fins lucrativos que atuam na regulamentação dos trabalhadores avulsos do setor portuário. |
| Operação Portuária | Movimentação de mercadorias destinadas ou provenientes de transporte aquaviário. Armazenagem de mercadorias destinadas ou provenientes de transporte aquaviário. Serviços diversos de apoio à movimentação de mercadorias e suprimento de embarcações. |
| Operador Portuário | Pessoa jurídica pré-qualificada para a execução de operação portuária na área do porto. |
...